Na minha caixa de spam está um email que diz:
"Es Interessante"!
E eu pergunto: Porque raio este email foi para o Spam???
Devia estar na minha in-box!!!!!
Quando coisas destas acontecem é que eu percebo que o mundo anda mesmo ao contrário!!!
Pffffff
E se na repetição das horas perdermos a visão dos minutos?
sussurras-me ao ouvido o passar dos segundos?
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
É só por causa disso...
Por que está muito frio, percebem?
E o frio deve ter congelado os meus neurónios
e também deve ter congelado os meus dedos
e as ideias
e a imaginação!
Porque a vontade de escrever está cá.
Mas está muito frio, percebem?
Gostava de ter aqui coisas novas e giras
para vocês
Vá... para mim!
Mas está muito frio, percebem?
E o frio deve ter congelado a vontade de gritar
a vontade de refilar
a vontade de desabafar.
Mas está muito frio, percebem?
E depois é a crise.
A crise de valores
A crise de princípios daqueles que nos representam
aqueles que supostamente elegemos para nos representarem.
Mas está muito frio, percebem?
E deve ser por causa disso que não tenho vindo aqui
que não tenho escrito
que não tenho pensado
que não tenho ideias
que não tenho reacção
que nada me espanta já
que já não acho estranho quererem tirarem-nos quase tudo e eles a aumentarem o que têm
Mas é só por causa disso
Porque está mesmo muito frio, percebem?
Eu espero que percebam... porque eu, definitivamente, não!
E o frio deve ter congelado os meus neurónios
e também deve ter congelado os meus dedos
e as ideias
e a imaginação!
Porque a vontade de escrever está cá.
Mas está muito frio, percebem?
Gostava de ter aqui coisas novas e giras
para vocês
Vá... para mim!
Mas está muito frio, percebem?
E o frio deve ter congelado a vontade de gritar
a vontade de refilar
a vontade de desabafar.
Mas está muito frio, percebem?
E depois é a crise.
A crise de valores
A crise de princípios daqueles que nos representam
aqueles que supostamente elegemos para nos representarem.
Mas está muito frio, percebem?
E deve ser por causa disso que não tenho vindo aqui
que não tenho escrito
que não tenho pensado
que não tenho ideias
que não tenho reacção
que nada me espanta já
que já não acho estranho quererem tirarem-nos quase tudo e eles a aumentarem o que têm
Mas é só por causa disso
Porque está mesmo muito frio, percebem?
Eu espero que percebam... porque eu, definitivamente, não!
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Lágrimas
"Como é bom o choro, as lágrimas do choro têm uma motriz que nenhum rio tem - arrancam, levam, conduzem os sedimentos, pousam-nos nos locais exactos, colocam-nos nas margens da consciência, no pegos da memória, criam sebes, conduzem o caudal para sítios que as lágrimas querem, que as lágrimas sabem."
in, Lídia Jorge, A Costa dos murmúrios
Acredito que seja por isto que por vezes nos faça falta chorar, convulsamente, sem motivo aparente. Chorar por chorar. Rios de lágrimas com a força de marés, com a vontade de mil homens, com a força indízivel e impenetrável daquilo que ainda não foi inventado nem foi detido. Lágrimas que ajudam a lavar a memória, a erguer novas protecções, a originar novas orientações.
Acredito que seja por isto...
Acredito que seja por isto...
Voltar ou não voltar...
Quando regressei de viagem, e em conversa com amigo, ele estava a comentar comigo que o pior de ir viajar era ter que voltar.
Eu, sempre pronta a ajudá-lo, corrigi-o logo: Não C., o melhor de partir é chegar! É assim, mais ou menos, que se diz.
Mas não, ele estava mesmo a querer dizer o que disse. Quando ele viaja o que lhe custa é voltar. E por momentos fiquei um bocado triste pelo meu amigo, porque para mim o melhor da partida é mesmo a chegada e isso é bom, é ter para quem e para o que voltar. Estou fora mas tenho aquela saudade, que nem uma moínha, da minha casa, dos meus amigos, da minha família, dos meus amores. Saudades da minha vida.
É bom partir, é bom viajar, é bom e nunca cansa conhecer novas pessoas, novos sítios, novas culturas... mas para mim o melhor da viagem é mesmo a chegada!
Eu, sempre pronta a ajudá-lo, corrigi-o logo: Não C., o melhor de partir é chegar! É assim, mais ou menos, que se diz.
Mas não, ele estava mesmo a querer dizer o que disse. Quando ele viaja o que lhe custa é voltar. E por momentos fiquei um bocado triste pelo meu amigo, porque para mim o melhor da partida é mesmo a chegada e isso é bom, é ter para quem e para o que voltar. Estou fora mas tenho aquela saudade, que nem uma moínha, da minha casa, dos meus amigos, da minha família, dos meus amores. Saudades da minha vida.
É bom partir, é bom viajar, é bom e nunca cansa conhecer novas pessoas, novos sítios, novas culturas... mas para mim o melhor da viagem é mesmo a chegada!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
"É como diz o outro"... e eu digo que....
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Há que saber agradecer!
Há conversas que nos sabem pela vida.
E há pessoas que são mesmo sensatas.
E ver as coisas de fora traz de facto uma nova forma de olhar, de treinar o olhar, de mudar o ouvido, de o tornar mais tolerante.
Porque há dias em que entramos em pânico, em que tudo parece negro, em que parece que o fim está próximo, em que nos apetece desistir.
E depois há pessoas que percebem. Que aparecem sem fazer convite. Que nos dão os ombros para encostarmos a cabeça, que nos dão na cabeça, que nos tiram o peso de cima, que nos ajudam a apurar o olho, a apurar o ouvido, a apurar a vida.
Desdramatizar.
Focar no que interessa.
Tornar normal.
Não és a única... já me aconteceu...
Sê mais compreensiva.
Sê tu e mais umas cinco ou seis.
Aprende a somar e multiplica-te mas não deixes de ser uma unidade.
Sê tu.
Há conversas que nos pesam... porque ficam ali semeadas no nosso cérebro, a germinar, a aumentar, a amadurecer.
E depois vem o dia em que acordamos e em que as palavras fazem tanto sentido que deixamos de pensar nelas e começamos a a vivê-las simplesmente.
Há conversas que nos sabem pela vida e que nos ajudam a vivê-la com mais ligeireza!
Obrigada amiga!
E há pessoas que são mesmo sensatas.
E ver as coisas de fora traz de facto uma nova forma de olhar, de treinar o olhar, de mudar o ouvido, de o tornar mais tolerante.
Porque há dias em que entramos em pânico, em que tudo parece negro, em que parece que o fim está próximo, em que nos apetece desistir.
E depois há pessoas que percebem. Que aparecem sem fazer convite. Que nos dão os ombros para encostarmos a cabeça, que nos dão na cabeça, que nos tiram o peso de cima, que nos ajudam a apurar o olho, a apurar o ouvido, a apurar a vida.
Desdramatizar.
Focar no que interessa.
Tornar normal.
Não és a única... já me aconteceu...
Sê mais compreensiva.
Sê tu e mais umas cinco ou seis.
Aprende a somar e multiplica-te mas não deixes de ser uma unidade.
Sê tu.
Há conversas que nos pesam... porque ficam ali semeadas no nosso cérebro, a germinar, a aumentar, a amadurecer.
E depois vem o dia em que acordamos e em que as palavras fazem tanto sentido que deixamos de pensar nelas e começamos a a vivê-las simplesmente.
Há conversas que nos sabem pela vida e que nos ajudam a vivê-la com mais ligeireza!
Obrigada amiga!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Sou boa nestas coisas
Estar a ouvir a tsf e começar um relato de futebol com a equipa do Porto para a Champions e eu só me dar conta uns quinze minutos depois...
Cada vez me convenço mais que meto os phones nos ouvidos não para ouvir as notícias mas sim para não ter que ouvir os meus colegas...
(e tenho que comprar uns phones melhores porque mesmo assim ainda os continuo a ouvir :S).
Cada vez me convenço mais que meto os phones nos ouvidos não para ouvir as notícias mas sim para não ter que ouvir os meus colegas...
(e tenho que comprar uns phones melhores porque mesmo assim ainda os continuo a ouvir :S).
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Apagar
Hoje queria que as palavras me aparecessem de surpresa, me fizessem um assalto, se aliassem ao meu estado de espírito, me deixassem tirar o peso que teima em alojar-se nas costas e ajudassem a tirar o vazio que vai cá dentro.
(tira-se o vazio e fica o quê?)
Hoje queria poder voltar atrás, queria ser quem não sou, não ser quem teimo em ser. Ser outra qualquer coisa, outro alguém, olhar-me ao espelho e não me reconher.
(e se nos tiram a pele, se nos tiram o que somos, como saberemos como nos encontrar?)
Hoje queria qualquer coisa que ainda não descobri muito bem o que é. Acima de tudo queria as palavras. Escrever algo belo e sentido. Escrever em poema ou em prosa. Mas que algo belo saísse dos meus dedos para sentir que há ainda algo de belo dentro de mim.
Hoje queria as palavras mágicas, as salvadoras.
(se as houvesse não estaria já o mundo inteiro curado? porquê procurar por algo que não existe?)
Hoje queria enterrar a cabeça na areia, todo o meu corpo, todas as memórias, todos os desejos.
Porque há dias assim em que desejamos um novo passado que proporcione um futuro diferente.
(ou porque eu sou assim. se calhar mais ninguém é).
Hoje queria acima de tudo coerência, sentido, um pé a seguir ao outro, frases que tivesem significado, palavras que fizessem sentido.
Queria poder pegar no telefone e falar, mesmo que sem sentido. Ter alguém do outro lado que ouvisse, que me desse sábios conselhos, (mais uma vez) palavras sábias.
(e posso fazê-lo, então porque não faço?)
Hoje queria apagar.
Sim... apagar.
Deixar tudo em branco.
Apagar.
Recomeçar.
Fazer tudo de novo.
Esquecer-me.
Não mais lembrar.
Hoje o que queria mesmo era conseguir voltar a escrever com a força que em tempos tive. Acabar de escrever e perguntar-me "quem escreveu isto?", e depois da pergunta feita pensar "fui e está bonito... um dia hei-de escrever um livro".
Se pudesse telefonava às minhas palavras para que elas me podessem dizer o que eu preciso agora de escrever.
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