terça-feira, 12 de julho de 2011

Voltada de férias

Nada como fazer uns melhoramentos à casinha.
Desta vez foi a vez da cozinha com uma nova bancada que permite mais arrumação:



e a minha 'horta' pessoal :)


Da esquerda para a direita: mangericão; cebolinho e salsa

Pequenas coisas que me fazem mais feliz!

Nota mental: Não deixar morrer a horta! Não deixar morrer a horta! Não deixar morrer a horta! Não deixar morrer a horta! Não deixar morrer a horta! Não deixar morrer a horta!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Só uma informaçãozinha antes de ir de férias....

Como os que me conhecem pessoalmente sabem eu não só choro a rir como ronco (lado positivo: sou capaz de fazer três coisas ao mesmo tempo. Polivalência meus amigos não é para todos!!! Por exemplo - e sei que me estou a desviar do motivo do meu post - conheço muito boa gente que quando abre a boca para emitir sons não consegue dizer coisas com sentido ao mesmo tempo... como vêem não é assim tão simples).

Voltando ao ronco: ronco a rir. E eu sei que não é sexy. Mas quando me riu muito, mesmo daquelas gargalhadas que assustam o pessoal distraído de serem tão altas (lado negativo: faço imensa poluição sonora. Lado positivo: não há!), ainda ronco no final. E quando ronco ainda me riu mais (neste caso de mim mesma por ser incapaz de não roncar) o que faz com que os roncos aumentem (uma espécie de pescadinha-na-boca mas sem estar na boca, porque se estivesse eu não me conseguir rir e muito menos roncar.... hummm a desviar-me outra vez não é???).

Agora a parte da informação: descobri porque ronco!
É verdade! Há uma explicação!!

Como sabem fui operada recentemente às costas e desde que me lembro como gente sempre sofri das costas.
Ora, a minha comadre embora sofra das costas nunca esteve com uma dor de costas tão grande como a de hoje. E heis o meu espanto quando ouço a gaja a rir. Pior, a roncar a rir!
É verdade.... a causa do meu roncar era por ser uma defesa do corpo para proteger as costas do subir e baixar dos pulmões e o seu efeito na zona doente das costas.

Portanto a conclusão é:
Choro e ronco a rir porque sou polivalente.
As minhas gargalhadas poderiam ser o sinal de alarme de um quartel de bombeiros.
E ronco quando riu porque tenho problemas de costas.

Como entretanto fui operada é coisa para não roncar mais!!! :)

E era só isto que vos queria dizer... isto e que vou de férias... pronto! Até ao meu regresso ;)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Tenho a convicta opinião de que...

... ler um livro de que se gosta é ser-se um bocado mais feliz a cada nova página que se vira!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

...

Assim de repente fico sem saber o que te dizer. Ouço-te com a surdez que me inunda. As tuas palavras são já pequenas pedras que eu vou tirando pacientemente dos meus sapatos, que pacientemente vou retirando debaixo da pele dos meus pés.
Assim de repente fico sem saber o que pensar. Vejo-me em acções que não são praticadas por mim, com a sensação de que toda a vida fui actriz, e que toda a vida não passa de um filme. Filme de mau gosto, de mau sabor, de mau cheiro. Carnaval sem máscaras, festas sem risadas, copos sem conteúdos, amigos sem coração, corações sem pessoas. Um amontoado de coisas, um amontoado de peças de puzzles distintos, de jogos perdidos, de ânsias perdidas.
Assim de repente fico sem saber o que já soube em tempos. Que as coisas têm início e que depois rezamos aos deuses para estarmos cá quando chegar o fim. Que nem tudo é o que se quer, que a vida é injusta e que a justiça é um termo vago sem copo... sendo um copo é-o sem conteúdo, sendo líquido evapora-se, sendo sólido perde-se.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Está quase....

Sim as férias também... estão quase mas eu estava mesmo era a falar disto:

este já cá cantam :D



Ficam a faltar estes ;)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Desesperadamente

a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de fériasa precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias

e de uns ténis/sapatos novos...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Mesmo a precisar...

... de ir falar um 'cadinho com a Psiquiatra...

Mas só porque tenho a certeza que está cheiinha de saudadinhas minhas!!!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Essas é que são essas!


Posso ter errado muito
e errei!
porque faz parte, porque assim se aprende, porque caí muitas vezes para perceber que também me consigo levantar porque sim.
Simplesmente porque sim!
Posso arrepender-me de muita coisa
como me arrependo
e não digo que me arrependo só do que não fiz, das pessoas que não conheci e dos saltos que não dei. Também, mas não só. Também me arrependo de coisas que fiz, de situações pelas quais passei, de palavras que disse (e das que não disse também). Não sou hipócrita. Arrependo-me de muitas coisas e errei numa outra série delas.
Ninguém é perfeito e eu não sou exemplo para ninguém.

Mas se há coisa que nunca fiz foi amar por estar só.

Sempre achei que me devia a mim própria isso!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mudança dos tempos


Na minha caixa de Spam já pouco recebo mensagens a perguntarem-me se quero 'aumentar o meu pénis'.... agora perguntam-me se quero aumentar as minhas finanças...

É a crise...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Tempo passa

E vai passando sem pedir licença e sem nos deixar guardar as horas preciosas em local fresco e arejado para durarem mais tempo.
Desde que aqui escrevi pela última vez já muita coisa passou por mim e eu já passei por muito.
A casa continuou desarrumada durante muito tempo... Livros acumulados, roupa por passar, a mobília à espera de mudar de lugar, outra mobília em fila à espera para entrar. Roupa que saía porta fora, não por estar fora de moda, mas porque estava fora de número, e outros números e outras peças à espera de entrarem.
Pelo meio uma operação de urgência à minha querida hérnia que decidiu rebentar e não me dar descanso. Dias difíceis, noites sem dormir, idas de urgência para o Hospital, lágrimas de dor, muita dor, muitas lágrimas. Por fim as melhoras e depois de ver um especialista a dolorosa... as palavras transformadas em facas "tem que ser operada. de urgência!". E de repente sentem-se as horas a fugir, a querer que elas fujam mais para acabar de uma vez com a dor, a querer que elas congelem porque há sempre o medo, há sempre o receio.
Primeira coisa que faço quando acordo da anestesia geral... mexer os dedinhos dos pés. Tudo está bem.
Quase um mês depois sinto-me como nova, sinto-me bem.
A casa agora já com a nova mobília, as roupas já arrumadas,a certeza de que a partir de agora tudo vai correr bem.
Depois da correria, das emoções, das arrumações a calmaria chega por fim. A vontade de passear, de ir ver, de ir ouvir, de sentir o sol e até de sentir a chuva, de estar com os amigos, de ler... saudades de ler um livro que me encha as medidas, que me faça chorar e rir, que me faça sonhar.
Depois da correria a vontade de escrever.
Aos poucos as saudades de mim, de um eu que está aos poucos a re-ocupar o seu lugar, aos poucos a tomar posse do seu corpo e da sua casa sem se sentir presa por eles.
O tempo passa... por vezes rápido demais, por vezes demasiado lento. Temos que o aproveitar o melhor que pudermos porque com o FMI nem sabemos se até isso nos vão tirar.