E se na repetição das horas perdermos a visão dos minutos?
sussurras-me ao ouvido o passar dos segundos?
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Tenho a convicta opinião de que...
... ler um livro de que se gosta é ser-se um bocado mais feliz a cada nova página que se vira!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
...
Assim de repente fico sem saber o que te dizer. Ouço-te com a surdez que me inunda. As tuas palavras são já pequenas pedras que eu vou tirando pacientemente dos meus sapatos, que pacientemente vou retirando debaixo da pele dos meus pés.
Assim de repente fico sem saber o que pensar. Vejo-me em acções que não são praticadas por mim, com a sensação de que toda a vida fui actriz, e que toda a vida não passa de um filme. Filme de mau gosto, de mau sabor, de mau cheiro. Carnaval sem máscaras, festas sem risadas, copos sem conteúdos, amigos sem coração, corações sem pessoas. Um amontoado de coisas, um amontoado de peças de puzzles distintos, de jogos perdidos, de ânsias perdidas.
Assim de repente fico sem saber o que já soube em tempos. Que as coisas têm início e que depois rezamos aos deuses para estarmos cá quando chegar o fim. Que nem tudo é o que se quer, que a vida é injusta e que a justiça é um termo vago sem copo... sendo um copo é-o sem conteúdo, sendo líquido evapora-se, sendo sólido perde-se.
Assim de repente fico sem saber o que pensar. Vejo-me em acções que não são praticadas por mim, com a sensação de que toda a vida fui actriz, e que toda a vida não passa de um filme. Filme de mau gosto, de mau sabor, de mau cheiro. Carnaval sem máscaras, festas sem risadas, copos sem conteúdos, amigos sem coração, corações sem pessoas. Um amontoado de coisas, um amontoado de peças de puzzles distintos, de jogos perdidos, de ânsias perdidas.
Assim de repente fico sem saber o que já soube em tempos. Que as coisas têm início e que depois rezamos aos deuses para estarmos cá quando chegar o fim. Que nem tudo é o que se quer, que a vida é injusta e que a justiça é um termo vago sem copo... sendo um copo é-o sem conteúdo, sendo líquido evapora-se, sendo sólido perde-se.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Está quase....
terça-feira, 24 de maio de 2011
Desesperadamente
a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de fériasa precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias a precisar de férias
e de uns ténis/sapatos novos...
e de uns ténis/sapatos novos...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Mesmo a precisar...
... de ir falar um 'cadinho com a Psiquiatra...
Mas só porque tenho a certeza que está cheiinha de saudadinhas minhas!!!
Mas só porque tenho a certeza que está cheiinha de saudadinhas minhas!!!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Essas é que são essas!

Posso ter errado muito
e errei!
porque faz parte, porque assim se aprende, porque caí muitas vezes para perceber que também me consigo levantar porque sim.
Simplesmente porque sim!
Posso arrepender-me de muita coisa
como me arrependo
e não digo que me arrependo só do que não fiz, das pessoas que não conheci e dos saltos que não dei. Também, mas não só. Também me arrependo de coisas que fiz, de situações pelas quais passei, de palavras que disse (e das que não disse também). Não sou hipócrita. Arrependo-me de muitas coisas e errei numa outra série delas.
Ninguém é perfeito e eu não sou exemplo para ninguém.
Mas se há coisa que nunca fiz foi amar por estar só.
Sempre achei que me devia a mim própria isso!
e errei!
porque faz parte, porque assim se aprende, porque caí muitas vezes para perceber que também me consigo levantar porque sim.
Simplesmente porque sim!
Posso arrepender-me de muita coisa
como me arrependo
e não digo que me arrependo só do que não fiz, das pessoas que não conheci e dos saltos que não dei. Também, mas não só. Também me arrependo de coisas que fiz, de situações pelas quais passei, de palavras que disse (e das que não disse também). Não sou hipócrita. Arrependo-me de muitas coisas e errei numa outra série delas.
Ninguém é perfeito e eu não sou exemplo para ninguém.
Mas se há coisa que nunca fiz foi amar por estar só.
Sempre achei que me devia a mim própria isso!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Mudança dos tempos
Na minha caixa de Spam já pouco recebo mensagens a perguntarem-me se quero 'aumentar o meu pénis'.... agora perguntam-me se quero aumentar as minhas finanças...
É a crise...
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O Tempo passa
E vai passando sem pedir licença e sem nos deixar guardar as horas preciosas em local fresco e arejado para durarem mais tempo.
Desde que aqui escrevi pela última vez já muita coisa passou por mim e eu já passei por muito.
A casa continuou desarrumada durante muito tempo... Livros acumulados, roupa por passar, a mobília à espera de mudar de lugar, outra mobília em fila à espera para entrar. Roupa que saía porta fora, não por estar fora de moda, mas porque estava fora de número, e outros números e outras peças à espera de entrarem.
Pelo meio uma operação de urgência à minha querida hérnia que decidiu rebentar e não me dar descanso. Dias difíceis, noites sem dormir, idas de urgência para o Hospital, lágrimas de dor, muita dor, muitas lágrimas. Por fim as melhoras e depois de ver um especialista a dolorosa... as palavras transformadas em facas "tem que ser operada. de urgência!". E de repente sentem-se as horas a fugir, a querer que elas fujam mais para acabar de uma vez com a dor, a querer que elas congelem porque há sempre o medo, há sempre o receio.
Primeira coisa que faço quando acordo da anestesia geral... mexer os dedinhos dos pés. Tudo está bem.
Quase um mês depois sinto-me como nova, sinto-me bem.
A casa agora já com a nova mobília, as roupas já arrumadas,a certeza de que a partir de agora tudo vai correr bem.
Depois da correria, das emoções, das arrumações a calmaria chega por fim. A vontade de passear, de ir ver, de ir ouvir, de sentir o sol e até de sentir a chuva, de estar com os amigos, de ler... saudades de ler um livro que me encha as medidas, que me faça chorar e rir, que me faça sonhar.
Depois da correria a vontade de escrever.
Aos poucos as saudades de mim, de um eu que está aos poucos a re-ocupar o seu lugar, aos poucos a tomar posse do seu corpo e da sua casa sem se sentir presa por eles.
O tempo passa... por vezes rápido demais, por vezes demasiado lento. Temos que o aproveitar o melhor que pudermos porque com o FMI nem sabemos se até isso nos vão tirar.
Desde que aqui escrevi pela última vez já muita coisa passou por mim e eu já passei por muito.
A casa continuou desarrumada durante muito tempo... Livros acumulados, roupa por passar, a mobília à espera de mudar de lugar, outra mobília em fila à espera para entrar. Roupa que saía porta fora, não por estar fora de moda, mas porque estava fora de número, e outros números e outras peças à espera de entrarem.
Pelo meio uma operação de urgência à minha querida hérnia que decidiu rebentar e não me dar descanso. Dias difíceis, noites sem dormir, idas de urgência para o Hospital, lágrimas de dor, muita dor, muitas lágrimas. Por fim as melhoras e depois de ver um especialista a dolorosa... as palavras transformadas em facas "tem que ser operada. de urgência!". E de repente sentem-se as horas a fugir, a querer que elas fujam mais para acabar de uma vez com a dor, a querer que elas congelem porque há sempre o medo, há sempre o receio.
Primeira coisa que faço quando acordo da anestesia geral... mexer os dedinhos dos pés. Tudo está bem.
Quase um mês depois sinto-me como nova, sinto-me bem.
A casa agora já com a nova mobília, as roupas já arrumadas,a certeza de que a partir de agora tudo vai correr bem.
Depois da correria, das emoções, das arrumações a calmaria chega por fim. A vontade de passear, de ir ver, de ir ouvir, de sentir o sol e até de sentir a chuva, de estar com os amigos, de ler... saudades de ler um livro que me encha as medidas, que me faça chorar e rir, que me faça sonhar.
Depois da correria a vontade de escrever.
Aos poucos as saudades de mim, de um eu que está aos poucos a re-ocupar o seu lugar, aos poucos a tomar posse do seu corpo e da sua casa sem se sentir presa por eles.
O tempo passa... por vezes rápido demais, por vezes demasiado lento. Temos que o aproveitar o melhor que pudermos porque com o FMI nem sabemos se até isso nos vão tirar.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
E no meio do caos...
Ando com a casa de pantanas. As coisas fora do sítio. Algumas empacotadas para sair, outras em fila de espera para entrar. A televisão pousada em cima da mesa (alta) do computador. Os pés sem sítio para pousarem, os sacos acumulados no quarto.
As ideias sempre a irem ter ao mesmo sítio, centradas em arranjar uma nova maneira para optimizar espaço, uma maneira diferente de arrumar isto ou aquilo.
Deitar fora, encher saco, despejar saco.
Tanta tralha que eu tinha em casa.
Agora tenho uma despensa semi-vazia e muito arrumada.
Uns armários da cozinha com muito mais coisas e muito mais arrumados.
Com a casa em geral num desatino...
a desatinar já com a desarrumação...
mas tão feliz!!!! :)
As ideias sempre a irem ter ao mesmo sítio, centradas em arranjar uma nova maneira para optimizar espaço, uma maneira diferente de arrumar isto ou aquilo.
Deitar fora, encher saco, despejar saco.
Tanta tralha que eu tinha em casa.
Agora tenho uma despensa semi-vazia e muito arrumada.
Uns armários da cozinha com muito mais coisas e muito mais arrumados.
Com a casa em geral num desatino...
a desatinar já com a desarrumação...
mas tão feliz!!!! :)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Tenho cá vindo tão poucas vezes...
... que tive que vir aqui para me lembrar qual tinha sido a última baboseira que tinha partilhado....
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